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terça-feira, 26 de junho de 2012

As cronicas de gelo e fogo 5

Só tenho uma coisa a dizer:
SAIU FINALMENTE!! O que?! olha a imagem abaixo!



O livro cinco de As crônicas de gelo e fogo! 








EU PRECISO DISSO!


FIM



domingo, 20 de maio de 2012

Winter Is Coming!

Olá a todos mais uma vez!
aqui estou para mais uma vez dar uma dica de LIVROS!
Espero que gostem! Os livros que quero falar sobre, são chamados de "As cronicas de gelo e fogo"
O primeiro livro é esse aqui:


A primeira vez que ouvi falar sobre a guerra dos tronos, foi em um dia livre na faculdade, onde uma amiga comentou que ouviu um cover da música de abertura de "A guerra dos tronos". Ela mostrou o vídeo no youtube pra gente ouvir também. Caso se interesse em ver o vídeo é só clicar aqui e tu vai ver no Youtoba. Então, não dei muita importância, pois naquela época só tinha cabeça pra Bleach (*--*) e quando ela me disse que tratava-se de uma série nem fui atrás. Tempos depois estava eu no curso de inglês e uma colega comenta sobre o livro. Aí sim me interessei.
Fui atrás, e achei com um preço muito bom lá no submarino.
Me falaram antes assim: "Existe uma muralha, onde você não sabe o que tem do outro lado, e tem criaturas e seres abomináveis do outro lado" ou então, "é o legado de O Senhor dos Anéis".
Eu concordo com isso tudo, porém Game Of Thrones (nome original) é muito mais que isso.
Tem intrigas, política, guerras. É uma História que se passa em outro mundo, mas composta por pessoas iguais os deste. 
O final dele é no mínimo inexperado, com a morte de um dos personagens.
A continuação dele é:

que eu comprei na hora que terminei o primeiro! realmente interessante a forma como tratam a guerra dos 5 reis. Bom, pra quem não sabe e tem preguiça de ler, foi comprado o direito de gravarem não um filme, mas sim uma série de TV dos livros!
Game of Thrones, é a série de maior sucesso atualmente. É da HBO, e já foram feitas, a primeira e a segunda temporada. A primeira, conta a história apenas do livro 1, e a segunda do segundo. Dá pra imaginar o quão fiel isso ficou né?
bom vou colocar então os trailers pra voces curtirem.

 Trailer da primeira temporada.
Chega me dá arrepios ver isso de novo! (*________________*)



E o trailer da segunda temporada.
Realmente a série ficou com uma fidelidade espantosa. Super recomendo assistirem.

Mas a terceira temporada só sai em 2013.
então, caso não consiga esperar, pode comprar os livros!
são eles:


 
Terminei esse último recente, e repito: é espantoso. Uma história pra ninguém botar defeito!

ao todo serão 7 livros, e o livro 5 da série sai 25 de junho (aceito presente ok?). 
obrigado a todos, e que venha "A Dança Com Dragões"




 
 

quinta-feira, 1 de março de 2012

E a história tem que continuar!

Boa noite! saudades de estar aqui com vocês! Então pra compensar, hoje trarei pra vocês duas postagens! essa é a primeira, que é a continuação da história do nosso querido Príncipe Gustavo! Ele ficou com saudades de ver suas passages aqui, que me pediu pra postar mais. então dei um jeitinho brasileiro e aqui estou! Boa leitura! ;)

"Perder a minha bela festa, não era a minha maior preocupação naquele momento. Na verdade o medo que eu sentia de frente aquele homem. Na verdade, mesmo depois de ele ter me reconhecido, era óbvio que ele viu o quao vulneravel eu estava. Mesmo do alto da minha pose de fidalgo, nao podia negar que provavelmente em um combate corpo a corpo ele me venceria. Nao sou pequeno. Tenho a altura mais mediana, mas como tenho treinado desde muito criança com o arco e flecha, meus ombros acabaram se tornando largos e meu peito forte. Mas o filho do fazendeiro de algodao da minha frente era no minimo imenso. Provavelmente as colheitas e as suas aventuras o tornaram fortes, pois seus braços eram enormes. provavelmente arremeteria uma espada em minha garganta, se tivesse a oportunidade, e a cortaria como se fosse manteiga.
Era claro que nao daria esse gosto a ele.
- Entao senhor, o que faremos agora? digo que o cavalo é meu, e voce o diz que ele é seu. como chegaremos a um acordo?
- Vossa alteza, nao posso questionar vossa autoridade, porem volto a afirmar que esse cavalo me foi roubado. Pela honra de meu pai e pela minha. Esse é o vento alado, meu cavalo.
- Façamos assim, esse cavalo me foi dado hoje, para a caça de meus 16 anos. faremos um trato: voce me deixa ir, com meu cavalo é claro, e digo na corte que me ajudaste a derrotar um urso. Pagarei um preço alto por gratidao e voce poderá comprar outro provavelmente até maior e mais negor que esse meu algodao. pelos meus calculos devem faltar ainda umas 5 horas para o amanhecer. Meu aniversario nao está de todo perdido. Já foi em uma festa real senhor?

Vi-o vacilar pela segunda vez aquela noite.  Ficou entre a dúvida do que eu falei, e sobre o que ele poderia sair lucrando. Provavelmente já deve ter sido enganado antes por fidalgos, ou até mesmo por pessoas da plebe. Mas tudo dependeria do que ele responderia. Mas por incrível que pareça seu olhar vacilou por apenas meio segundo, mas foi o bastante para eu notar. Eu já estava admirando aquele rapaz. A coragem dele de atacar o Príncipe ainda me deixava boquiaberto, e sua resoluçao sobre seu cavalo me deixavam impressionado. como filho do Rei comecei a pensar talvez que ele poderia ser interessante como escudeiro... Mas deveria provar sua índole antes de qualquer coisa. A resposta dele foi a mais suscinta e infantil possivel:

- É verdade que servem vinhos d’álem mar da época dos primeiros reis nos festejos Reais? se for verdade, iremos rápido para seu castelo!
E deu seu primeiro sorriso verdadeiro daquela noite.
A seguir, selou novamente o cavalo, e pegou sua sacola, onde tinha seus parcos presentes e se encaminhou para a montaria.
- quer dizer que irá montado e deixará seu Príncipe percorrer a pé a distancia que vai daqui a capital? poderia mandar enforcá-lo por essa atitude.
- Príncipe, saiba que ir a pé, a noite daqui à cidade, provavelmente será morto. aqui ao lado da fogueira talvez sobrevivamos, mas a pé? existem ursos, panteras e serpentes noturnas. morreria antes mesmo de ver a cidade. Mas a cavalo talvez consigamos vencer a distancia saos e salvos se colocarmos meu amigo aqui para nos levar para a estrada principal e de lá correr para a capital. É a unica forma de chegar lá ainda essa noite.
-está sugerindo que dois homens adultos irão dividir o mesmo cavalo? isso é uma loucura senhor e algo perigoso a se fazer.
- Prefere viajar a pé então? ou deseja tanto assim minha morte? antes de chegarmos à cidade, desço e continuo à pé. Não será visto carregando um camponês, lhe garanto.
aceitei o que ele disse de mau humor, subi na cela, e ele subiu logo atrás. desconfortavel como nunca tinha me sentido antes em minha vida, por ter uma pessoa tao perto de mim. e sendo um homem isso ea ainda pior, mas tinha na consciência que era necessário. ele segurou em seus joelhos até chegarmos na estrada principal. Chegando na estrada principal, onde as arvores eram afastadas o bastante pra se passar uma carroça, ele disse:
- Hora de correr Príncipe!
Motivei Algodão a correr o máximo que ele podia, mas senti que minha “carga” estava se desequilibrando e quase a cair, mas mantendo sua postura, o mais afastado de mim possível. ao pular um riacho, ele quase caiu se nao tivesse se segurado em meu real ombro antes de ir ao chão. Ele se desculpou e perguntou já segurando nos meus ombros se ele poderia se apoiar ali. Tenho certeza que independente da minha resposta ele continuaria a se segurar, então nao disse nada.
Quando iamos nos aproximando da cidade, vendo as luzes ao longe ele apertou meu ombro e disse para parar. que ali já era o suficiente. Ele saltou, e pediu para eu fazer o mesmo.
- quer que digamos então que foi atacado por um urso correto?
- Exato.
- então nao se pode chegar com essa roupa inpecável de Principe.
Entao sem avisar nem nada, ele pegou minha camisa pelos ombros e a rasgou de cima, até embaixo, deixando-a muito danificada e me deixando assustado. Em seguida, rasgou sua própria camisa e olhou pra mim com cara de que ainda nao estava satisfeito."

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Memórias de uma gueixa

Boa noite caros confusos (pensando em criar um bordão *---*)!
aqui estou hoje para falar pra voces sobre um livro e um filme, entao vai ser uma dica em dobro! que sorte né?
entao, recentemente o Ghost aqui fez aniversario. E uma amiga que prefiro chamar de alminha, me deu de presente um livro, chamado "Memórias de uma gueixa" que eu realmente não dei nada por ele. Na verdade, sou um grande fanático de livros com histórias épicas, como esses aqui ó:





As crônicas de gelo e fogo é a série que estou lendo atualmente e indico a todos que quiserem (prometo fazer um post só pra essa série em breve)



as crônicas de nárnia eu fui atrás logo depois de ver um filme e saber que eram livros. Me encantei com todos eles.


Harry Potter: o que falar sobre essa série que eu li X vezes? Cara, minha juventude inteira foi Harry Potter! 



Nunca vi nenhum filme acreditam? fiquei tao fascinado com os livros que nem fui atrás. fiz promessa de assistir esse ano \o/

Safira sua linda! Manda um beijo pro Eragon!

Mas o post de hoje, é pra falar sobre esse livro aqui de baixo




Quando eu vi essa capa, de cara eu vi que compraria sim esse livro pela capa. os olhos dessa gueixa olham tao fundo dentro da gente que nem sei ao certo descrever a sensaçao que se sente. A história acompanha a pequena Chiyo desde a sua infância morando em uma vila de pescadores, até se tornar uma gueixa e um pouco além. o motivo que me fez escrever sobre esse livro é que simplesmente faz você ter uma visão sobre elas jamais imaginada. Mameha, uma das personagens principais da história descreve as gueixas simplesmente como obras de arte com vida e que se movimentam. elas nao existem para vender seus corpos e sim para vender sua arte. e para deixar vocês com gostinho de quero mais segue um trecho do filme que é lindo e que explica um bocado!





e aqui algumas imagens do filme. Terao de concordar que sao imagens muito belas.










fora a atuação da garota que faz ela quando criança, a atriz que faz a Hatsumomo, as roupas, a musica, tudo é realmente impressionante. o filme e o livro tem leves mudanças, mas recomendo que leiam e assistam, nao necessariamente nessa ordem, mas que nao percam. é uma história sensacional.

Bom vou parando por aqui, porque isso é uma dica, nao um spoiler. Mais uma vez obrigado pela paciencia e boa leitura! Se já leu comentem se concordam ou não. Obrigado e uma excelente semana pra todos!!

Será que faço?

         Bom meus caríssimos leitores. infelizmente o capitulo 4 do conto não ficou pronto a tempo, e como não quero deixar passar um dia sem postar algo aqui, pensei em fazer uma bela homenagem a uma personagem de livros que eu adoro muito. pra quem não sabe, a algumas semanas estreou nos cinemas o filme "millenium: os homens que não amavam as mulheres. e pra quem não sabe ainda, a personagem principal (pra mim pelo menos) se chama Lisbeth Salander. E quem vos escreve aqui, leu toda a trilogia e afirma sem medo que ela é um personagem cativante. me identifiquei tanto com ela! Os genios da wikipedia tem uma explicaçao detalhada sobre ela, só voce clicar aqui. Saca como ela ficou na versão pra cinema:


nessa de cima foi na versão feita na Suécia e aqui embaixo em Hollywood.


em nenhuma versão cinematográfica mostra tao bem quanto nos livros a sua marca registrada, que é a tatuagem de dragão nas costas. E eu como um fanático que eu me tornei decidi que terei uma tatuagem como vossa senhoria Salander. mas você fica se perguntado: "Ghost, mas ela não é uma mulher? vai fazer uma tatuagem feminina?" então pra encerrar o post de hoje, colocando uma imagem pra responder a sua pergunta:




FICA FEMININO ISSO? Boa noite Brasil!


sábado, 4 de fevereiro de 2012

A pedra: parte 3

Boa noite a todos! sem mais delongas hoje tá tarde trago pra voces (who?)  a terceira parte dessa historia sensacional! boa leitura!



"Estranhei muito ao acordar e deparar com o céu. Normalmente ao sair da cama, ele está radiante, começando a se iluminar e a brisa dança com as cortinas de uma forma única. Mas hoje, parece que as cortinas estavam mortas, e quando olhei na janela, não havia nenhum traço de sol: pelo contrário, as nuvens mais negras que eu já havia visto na minha vida estavam pairando sobre a capital e possivelmente sobre o mundo todo. Parece que toda a água do mundo pairava sobre nós e a iminência da tempestade era obvia.  Cheguei mais perto da janela e vi o quão furioso o vento estava.
As arvores distantes dançavam e se dobravam sobre si mesmas como bailarinas do balé da rainha que faziam suas apresentações na feira da colheita. Só que as arvores, não estava com a graça das bailarinas, mas pareciam quase a ponto de serem levadas. Permaneci tempo o bastante observando da janela, até ver a tempestade desabar lá fora. Fiquei pensando em como seria a caçada com essa chuva toda, a nossa floresta tropical, poderia ser problemática com tanta chuva.
Samuel entrou rapidamente no quarto e me disse que provavelmente a caçada seria cancelada. O Rei amanheceu com uma alergia nos olhos, fazendo lacrimejar muito e que poderia realmente atrapalhar a caçada. Mas que até o final da tarde teríamos a resposta de nosso curandeiro real.
- obrigado Samuel. Qualquer noticia gostaria de ser o primeiro a ser informado.
- claro Meu Príncipe.
Infelizmente, nesse dia tive que tomar meu café em meu quarto, pois não consegui me arrumar e descer a tempo.
Por volta de meio dia o sol vencera as nuvens e iluminou nosso país enchendo o céu de arco Iris, com todas as suas magníficas cores.  Vi nisso um sinal de que o dia seria perfeito. Ao sair de meu quarto e passar pelo corredor dos retratos, encontrei o castelo em um silencio profundo.  Achei estranho não ver nem sequer uma criada tirando o pó de algum móvel, ou recolhendo roupas de cama. Ao chegar na escada tive uma surpresa maravilhosa.
O Rei (meu pai) não amanhecera doente como havia me dita Samuel. Ele estava ali no pé da escada com minha mãe e boa parte da corte batendo palmas e saudando a mim. Pelo visto ele ficara muito feliz e orgulhoso pelo meu aniversario a ponto de preparar uma surpresa dessas pra mim.
- venho saudar a voce, príncipe Gustavo de Roar pelos seus 16 anos, e a maturidade que chega. E venho saudar a voce, meu filho, Gustavo. Como rei, demonstro meu rei, mas como pai, me dá aqui um abraço,garoto!
Abracei meu pai e minha mãe, que estavam muito felizes nesse dia. Em seguida eles pediram licença a todos os presentes, e me conduziram pra fora do castelo direto pros estábulos reais.
Minha mãe me alertou sobre tomar cuidado, pois estavam todas molhadas as pedras do calçamento, e eu poderia cair e me machucar.
- nosso filho agora é um homem, Rainha Cibele – e riu gostosamente – não precisa mais de suas asas protetoras.
Corei, e continuei seguindo-os. Ao encontrar o cavalariço, ele fez um breve aceno com a cabeça e mostrou ao meu pai a baia que ele procurava. Ao entrar lá, vi o corcel mais lindo que já vi em toda minha vida. Seu pelo era de uma cor branca tão pura, quanto as nuvens em dias de calor, ou quanto o algodão que tínhamos em plantações em todas as partes.
- como agora é um homem, nada melhor do que ter seu proprio cavalo. Por sorte, não terá que adestrar esse, pois ele já é um cavalo obediente. Tenho certeza que irão se dar muito bem. E agora, olhe nele e me Diga seu nome.
- O nome dele é Algodão.

Voltamos ao castelo só pra reunir o pessoal que iria caçar conosco. Nosso reino, não era um reino pobre, onde as pessoas passavam fome, ou esbanjavam riqueza. Claro que como realeza tínhamos alguns luxos, mas não se via miséria pelo reino. Meu pai, muito justo conseguia distribuir tudo uniformemente pra todos. Por isso, não era um reino perigoso. Desde que eu nasci,nossas masmorras não recebem nenhum prisioneiro. O rei saia na rua, com no Maximo uma escolta de dez homens que era pra conter algumas fãs fanáticas.
Selecionados quem nos acompanharia, saímos pela lateral do castelo, que passava por ruas estreitas, onde cada um em seu cavalo, e eu em meu algodão., em fila única, uns atrás do outro, pois a rua era estreita demais o que poderia ser desastroso. Tínhamos 3 besteiros, 3 arqueiros, 3 lanceiros mais meu pai e eu.
Saímos da cidade sem problemas, na verdade acho que mal fomos notados. Se alguém olhasse, não saberia qual era o rei, ou quem era o vassalo mais pobre. Estávamos vestidos absolutamente iguais. Meu pai dizia que mesmo sendo um lugar pacifico, poderíamos ter problemas com piratas da areia que eventualmente apareciam pelas redondezas.
Andamos cerca de 10 quilômetros em uma trilha bastante fechada, até nos depararmos com uma clareira, que estranhamente tinha varias rotas. E analisando bem, podia se ver as pegadas do enorme pavão, em quase todas elas.
- Pai, devemos nos separar aqui e marcarmos um horário para voltar, ou então algo para sinalizar que está com problemas. Dessa forma, conseguiremos bater mais terreno, em menos tempo.
- O príncipe Gustavo teve uma idéia louvável. Seria bom se nos separarmos, e caso algum encontre o Grande pavão, deve usar o apito de guerra, três sopros curtos. Que assim irei até onde quem chamou, porque o pavão é meu. Mais ninguém deve matá-lo. Entendido?
Todos concordaram, e eu num ato de liberdade, pedi pra seguir sozinho por uma trilha. Não houve objeções, e peguei um apito, pendurei no pescoço e segui o caminho. Andei por muito tempo, talvez se eu soprasse aquele chifre, meu pai nem me ouviria. Mas não me importei e continuei andando. As vezes, Algodao resfolegava, mas tudo tranqüilo. Acabei encontrando um riozinho, onde parei para dar de beber ao cavalo, e a mim também.
O lugar em que eu me encontrava era muito bonito. A água do riacho corria calma, sem impedimentos, e o barulho era calmante pra meus ouvidos. A natureza ao redor era viva, com tantas arvores incrivelmente verdes, e o local que eu me encontrava, formava uma espécie de mini praia. Vi que viera parar ali por acaso e decidi memorizar aquele lugar, pra voltar posteriormente. Por fim, em um canto, quase imperceptível, notei algo majestoso, porem escondido pelas folhagens.

Uma pedra.

      Mas não era uma pedra qualquer, ela tinha o formato como de uma cúpula, e olhando direito, deu pra ver que daria pra esconder embaixo dela, e sair sem dificuldades, pela abertura lateral. Parecia com uma caverna móvel, que se pudesse carregar dali, ela não me impediria. Mas analisando melhor, vi que ela estava presa ali pra sempre, pois estava muito funda no chão. Ela devia caber dois cavalos dentro dela tranquilamente, como um ovo que não tem um dos lados de sua casca.
E quando cheguei mais perto, vi que tinha alguém dentro dela, e que essa pessoa estivera ali o tempo todo, eu é que não tinha me dado conta. O meu arco estava na cela, pois fiz a idiotice de me separar dele ao descer do cavalo.

Ele se moveu tão rápido em minha direção que nem tive tempo de fazer nada.

A ultima coisa que me lembro é de ver que os olhos dele eram verdes e que estavam carregados de fúria."

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Conto: A Pedra - segunda parte

Boa noite a todos! aqui estou para publicar para voces o segundo capitulo da história do principe Gustavo! espero que gostem e fiquei curiosos com o que vem a seguir! beijos do Ghost!


   "Minha mãe estava, como sempre, muito elegante pela manha. Ficava pensando às vezes quando é que eu a veria com o cabelo ou as roupas desalinhadas. Percebi há muito tempo que a resposta para essa questão, era que nunca a veria desse jeito. Ela estava vestida com um vestido de cor branca que, segundo ela, era pra dar sorte ao rei e sua caçada em minha homenagem para o banquete de amanha.
                - bom dia meu filho. Vejo que continua a comer na cozinha junto com Gertrudes. Espero que quando se tornar rei perca esse Hábito tão deplorável. Venha comigo e tome seu café na Varanda junto com sua mãe.
Eu a segui até um caramanchão que fica nos jardins do castelo, e onde hoje estava montado uma mesa com frutas e pães e toda a sorte de alimentos fora duas criadas postadas ao lado prontas a seguir qualquer ordem vindas de mim ou de minha mãe.
Sentamo-nos e antes de comer minha mãe começou a me falar qual era o tão importante assunto:
- como sabe príncipe Gustavo, amanha você fará aniversário. Mal posso acreditar que já se passaram 16 anos! Como passou rápido! Ver meu filhinho crescer se tornar um rapaz e em breve um homem. E que rapaz belo você é! Se parece muito com seu pai na sua idade. Metade das garotas da corte o desejavam, indo quase à loucura, porém ele havia caído de amores por mim, mas isso não vem ao caso. Seu pai está planejando levar você à caçada amanha. E você irá. E se preciso for, abata você mesmo a caça que encontrarem.

É claro que como um príncipe, fui treinado desde pequeno a manejar uma espada, arco e flecha e lança. Porém como arqueiro, devo admitir que seja imbatível. Tenho uma mira que dá inveja em muitos soldados do castelo. Mas não pensava que minha pericia fosse necessária nessa caçada, afinal meu pai não era de se jogar fora com um arco e flecha. Mas aceitei de bom grado a caçada, pois eram tão poucas as chances de eu sair do castelo que mesmo não gostando das caçadas, fiquei extremamente feliz.
- obrigado mamãe, prometo que não irei decepcioná-la. Iremos trazer aquele pavão branco que todos andam falando tanto.
Eu me despedi dela e voltei para dentro. Mesmo sendo a véspera de meu aniversário, voltei à biblioteca para ter minhas aulas com o professor Rico. Ele era extremamente sábio e parecia saber todos os títulos de nossa biblioteca de cor. Acho que nunca o vi consultando um dos muitos catálogos que temos por lá. Diziam que quando jovem Rico viajara pelos Quatro cantos do mundo, desde os desertos dourados ao norte do continente, até as ilhas lamacentas e cheias de monstros que ficavam no extremo sul.
Ali naquela imensa biblioteca, com um acervo impressionante, aprendi os números, as letras, sobre as estrelas, os mares, e sobre historia. O senhor Rico tinha uma fala tão surpreendente que me cativava tanto, que eu prestava atenção em cada palavra dele, e quando ia para meu treinamento com armas em seguida, ia feliz e preparado para enfrentar o que quer que fosse. Hoje, depois da aula sobre dragões marinhos que habitam os mares do norte e destroem barcos mercantes, fui para o treinamento de arco e flecha. Não que eu precisasse de treinamento, mas se parar você pode enferrujar o que não é interessante. O dia se passou sem nada de novo para mim, e passou relativamente rápido. Quando dei por mim já estava em minha cama me preparando para dormir para aquele que seria o meu grande dia.
                Só que o que eu jamais ia esperar é que aquele dia seria um dia grande e que toda minha historia iria ser reescrita a partir do dia seguinte. E que uma Pedra poderia ser muito mais importante do que eu pensava."

domingo, 29 de janeiro de 2012

Conto: A Pedra

Boa noite a todos! sei que fiquei de escrever logo porém a faculdade (e alguns animes também) me impossibilitou de poder fazer alguma coisa. então, aqui estamos com a primeira postagem OFICIAL do confusão!. e devo dizer que me dá muito orgulho poder compartilhar algo que eu simplesmente amo fazer: escrever. só para constar, serei escritor. na verdade já me considero, espero me tornar um escritor famoso. mas isso é papo pra outro dia.

Vamos logo ao que interessa: trago pra vocês o primeiro capitulo do que espero ser uma historia bacana, que batizei pelo nome de "A pedra". espero que gostem!! (espero que tenha ficado com gostinho de quero mais, foi sem revisão de tudo! tá o texto bruto*---*!)


"O dia começou como um dia qualquer começaria. O sol entrando pela minha janela e o vento fazendo a cortina laranja de meu quarto se balançar preguiçosamente. Afinal, era o primeiro raio de sol de um domingo e até a cortina de meu quarto tinha preguiça de ser incomodada tão cedo. Logo depois que eu acordei, uma pessoa abre a porta e entra confiante pelo quarto. Vai primeiro às cortinas e as abre por completo, interrompendo assim sua dança. Logo em seguida se vira pra mim e me cumprimenta:
- Bom dia vossa alteza – e fez sua mesura.
- Bom dia Samuel .

Pois é. Sou um príncipe. “Oh meu Deus, isso ainda existe?” talvez não aonde você habite, mas aqui no meu país, meus pais governam tudo de cima de um castelo no alto de um morro onde a cidade se estende ao redor e essas coisas e tal. E amanha é aniversario da pessoa que vos fala. Fazer 16 anos é realmente uma data muito importante para nós. Significa que o garoto realmente se tornou um homem. E se comemora com muitas festas. Os aldeões preparam para seus filhos carnes de animais caçados e assados em enormes fogueiras que dão para ser vistas até de minha janela. É um rito de passagem.
                Samuel me contava historias de como era comemorado as festas de passagem na aldeia porque ele viera de lá. Ele teve sua festa quando tivera completando seus 16 anos e seu pai também caçara para ele um animal selvagem. Ele se dizia ter sido um garoto de sorte, pois seu pai conseguira capturar um enorme porco-do-mato. Mas isso havia sido há tanto tempo que provavelmente suas lembranças estejam misturadas. Samuel hoje é um mordomo com quase 60 anos.
Ele me disse o que teria que ser feito hoje e deixou uma agenda onde estava tudo anotado em cima de uma mesa, separou a roupa que eu teria que usar naquele dia e deixou em cima de minha cama. Quando eu era criança era ele que me vestia, mas agora já sou um homem e diferente de meu pai não preciso da ajuda de outros. Tomei banho, e me vesti como um príncipe deve se vestir antes de seu aniversário e saí para o corredor de meus antepassados.
                Em ambos os lados daquele corredor, tinham retratos dos pais de meus pais, e os pais destes, e dos seguintes até a foto do primeiro-rei o que conquistou e fundou o reino que meus pais governam hoje em dia. Depois do corredor a longa escada que levava ao salão de bailes de nosso castelo já estava em polvorosa. Os vassalos nem perderam tempo me anunciando em meio aquele pandemônio. Passei direto pela confusão de instrumentos, talheres, tecidos, cadeiras e mesas até a cozinha real. Normalmente um príncipe deveria tomar seu café da manha ou em sua cama ou na mesa de jantar com todos os outros. E eu até o fazia, mas as vezes preferia ir direto à cozinha e comer junto com Gertrudes, a nossa cozinheira echefe e grande amiga.
Só que no caminho para a cozinha deparei-me de frente com uma figura séria que me encarava do alto de seus sapatos e do nariz franzido. Só pela cara sabia que queria falar comigo.
E talvez ter um papo com a Rainha Cibele nesse momento não era o que eu esperava."